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Humildade e alegria

24 de Setembro de 2020

Os mesmos sentimentos que havia em Cristo

A coerência é tópico em destaque neste Vigésimo Sexto Domingo (Ano A). Há momentos em que dizemos ‘sim’ com os lábios, mas o coração fica preso ao ‘não’. Em qualquer caso, para Deus, a sinceridade do coração é mais decisiva do que as discordâncias, quando existe disponibilidade para seguir os seus caminhos. Com humildade e alegria, assumindo «os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus», entremos nesta lógica do amor divino.
8 de Setembro de 2020

Viver a missão com alegria e paixão

A alegria e a ação de graças, nestes tempos conturbados, podem-nos estimular a abrir o nosso coração à esperança, pois sabemos que Deus não abandona os seus filhos. Como diz Maria, Deus estende a sua misericórdia de geração em geração. Cada um de nós, impulsionado pelo Espírito Santo, pode viver a própria missão com esperança, com paixão, com fé generosa, com ardente caridade.
22 de Agosto de 2020

A qualidade do testemunho

Se a vida cristã é uma vida triste, se o anúncio do Evangelho é uma coisa sisuda, algo está mal nesta vida e no anúncio. Neste sentido, o gozo e a alegria, resultado da atuação do Senhor nas nossas vidas, pode ser um bom barómetro para medir o grau de acolhimento do Espírito Santo e a qualidade do nosso testemunho.
3 de Julho de 2020

Saborear a quietude

O ritmo impôs-se tão frenético que o cansaço está entranhado na nossa vida. Até quando nos foi imposto um período mais calmo, ficamos cansados da quietude. Estamos tão habituados a pensar no que está para vir, no que temos de fazer a seguir, que já não sabemos saborear o instante de cada momento.
2 de Julho de 2020

O Espírito de Deus habita em vós

O Décimo Quarto Domingo (Ano A) é um hino à alegria e ao louvor: «Exulta de alegria... solta brados de júbilo... Eis o teu Rei, justo e salvador, que vem ao teu encontro». O cristão abandona o domínio das «obras da carne», consciente de que «o Espírito de Deus habita em vós».
28 de Maio de 2020

Recebei o Espírito Santo

Jesus Cristo volta a soprar sobre os discípulos, como Deus tinha insuflado o alento de vida na simbologia do (primeiro) ato criador. É a nova criação: «Recebei o Espírito Santo». Os primeiros discípulos, cheios do Espírito, venceram o medo, partiram corajosos a proclamar a alegria do Evangelho.