Neste mês de maio, tradicionalmente dedicado a Maria, o Regina Caeli oferece-nos um ritmo de oração que transfigura a rotina quotidiana. É um modo profundo de “perfumar” os nossos dias com a claridade da Páscoa.
Quase a completar treze anos, A Alegria do Evangelho mantém-se como «sopro novo», referência decisiva para este tempo de conversão pastoral e missionária. O que é que ainda cheira a conservação e o que é que estás disposto a “queimar” para que a missão possa arder e iluminar?
Setembro chega e, com ele, o calendário da Igreja convida-nos a um percurso peculiar. Quase de mão dada, celebramos a Natividade de Maria (dia 8), o seu Santo Nome (dia 12) e, logo a seguir, a Exaltação da Santa Cruz (dia 14). Como se ligam estas três celebrações? A resposta, creio, está em Maria ao pé da cruz.
Hoje, a oração mais simples e, porventura, a mais necessária é: Senhor, ajuda-me a olhar; ajuda-me a escutar o milagre do outro, a maravilha da vida, a grandeza da criação, a beleza da tua presença.
A Igreja é o lugar onde floresce a santidade divina, onde a unidade se faz comunhão, onde a catolicidade se faz plenitude, onde a apostolicidade se faz missão
Falar do «Coração de Jesus» pode parecer estranho, talvez até fora de moda. Mas, se pararmos um pouco, percebemos que o Coração de Jesus é, na verdade, um apelo muito simples: amar sem reservas, permitir que o amor seja uma evidência, algo que brota naturalmente de quem se sente amado.
A catequese é tempo de criação, não de reprodução; não é uma aula onde se memorizam fórmulas, é um encontro vivo com Jesus Cristo que transforma progressivamente a nossa existência.
Entre o suspiro de um ano que se despede e a promessa de um novo amanhecer, somos convidados a um silêncio reflexivo misturado com o desejo de traçar novos caminhos.