amigos

27 de junho de 2020

Décimo Terceiro Domingo, Ano A

Nesta ‘série’, propusemos (re)começar a relação de amizade com Deus. O ponto de referência não está do nosso lado, mas do lado do próprio Deus, que nos mostra, em si mesmo, a dinâmica do amor como doação gratuita e incondicional.
26 de junho de 2020

Acolhimento

O evangelho, quando fala de amar a Jesus Cristo mais do que ao pai ou à mãe ou aos filhos, não está a contrapor diferentes contextos de amor, no sentido de que seja necessário eleger um e recusar os outros. O que nos indica, por exemplo, é que ser cristão não baseia numa segurança familiar, numa tradição que recebida de forma passiva, que pouco ou nada impacta a nossa vida.
25 de junho de 2020

Perder a sua vida

Jesus Cristo apresenta-nos alguns tópicos para avaliar a nossa fé, a nossa amizade com ele: amá-lo mais do que tudo e todos; tomar a cruz para o seguir; praticar o acolhimento. A dinâmica da amizade com o Mestre orienta-se pelo critério do perder para ganhar: «Quem perder a sua vida por minha causa, há de encontrá-la». Ele é o modelo: deu a vida, por amor, para a nossa salvação.
20 de junho de 2020

Décimo Segundo Domingo, Ano A

O Décimo Segundo Domingo (Ano A) mostra que a missão confiada aos discípulos (já recordada no domingo passado) não está isenta de riscos e perigos. Perante as adversidades, o Mestre insiste na confiança: «Não tenhais medo... Não temais: valeis muito mais».
19 de junho de 2020

Traição

Há quem não arrisque a amizade com medo da traição. Por isso, em primeiro lugar, é necessário ter confiança em si mesmo. Quem confia em si torna-se capaz de confiar nos outros. Quando surgem traições, sente que tem raízes mais profundas, é capaz de viver todas as situações com serenidade.
18 de junho de 2020

Valeis muito mais

A missão confiada aos discípulos (já recordada no domingo passado) não está isenta de riscos e perigos. Perante as adversidades, o Mestre insiste na confiança: «Não tenhais medo... Não temais: valeis muito mais».
6 de junho de 2020

Um novo (a)normal

Queremos um novo ‘anormal’, acolher este recomeço das celebrações e encontros comunitários como oportunidade para iniciar a renovação. Também no que diz respeito à relação com Deus. Vamos (re)começar! Propomos fazê-lo sob o signo do amor e da amizade. O ponto de partida consiste em iniciar ou aprofundar a experiência pessoal de amizade com Deus.
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