Chegamos ao último domingo do ano litúrgico, a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. Ele é nosso companheiro de jornada, torna-se presente e visível no rosto do outro, a quem podemos amar e servir.
O alerta deste domingo não é para nos meter medo ou afligir perante qualquer possível acontecimento inesperado e trágico. É para nos despertar à vigilância ativa e responsável dos ‘talentos’. Os que assim procedem não andam nas trevas e contam-se entre os ditosos «filhos da luz».
A luz da eternidade começa aqui e agora, em especial na relação com os outros. Em vez de olhar para os ‘talentos’ como capacidades ou dons, pensa neles como as pessoas de quem tens de cuidar, sem esquecer os mais pobres e frágeis. São eles que ditarão o ‘sucesso’ ou o ‘fracasso’ da tua existência terrena.
O alerta do Trigésimo Terceiro Domingo (Ano A) não é para meter medo ou afligir perante qualquer acontecimento inesperado e trágico. É para nos despertar à vigilância ativa e responsável dos ‘talentos’. Os que assim procedem contam-se entre os ditosos «filhos da luz e filhos do dia».
Nós, cristãos, sabemos o quanto vale a vida aos olhos de Deus, porque, em Jesus, Deus revelou-nos qual é o preço que está disposto a pagar pela vida de cada um de nós. Daí que os cristãos celebrem agradecidos o facto de Cristo, na cruz, ter derramado o seu sangue «por todos», para o perdão de todos os nossos pecados.
Colocar os pobres no centro do caminho da Igreja é muito mais do que dar-lhes dinheiro para tranquilizar a consciência, é deixar-se evangelizar por eles. Mais do que atos esporádicos de generosidade, supõe a criação duma nova mentalidade que pense em termos de comunidade, de prioridade da vida de todos».
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