Esperança

28 de novembro de 2020

Primeiro Domingo de Advento, Ano B

Advento, tempo de profecia e de esperança: anúncio do Salvador. Nada nem ninguém, mesmo a fragilidade e o pecado, nos pode retirar a fonte da esperança. A profecia chega à plenitude com a vinda do Salvador. Jesus Cristo oferece-nos o complemento da esperança: «digo-o a todos: Vigiai!».
27 de novembro de 2020

És uma missão

O Advento marca o ponto de encontro de um caminho bifurcado: o nosso itinerário até Jesus Cristo e a vinda de Deus à nossa humanidade. Deus rasgou os céus e desceu da forma mais admirável: fez-se carne, tornou-se humano como nós. Deus, o Criador, vem assumir a condição de criatura para nos oferecer a salvação, para nos mostrar o sentido da vida.
26 de novembro de 2020

Somos todos obra das vossas mãos

Advento, tempo de profecia e de esperança: anúncio do Salvador. Nada nem ninguém, mesmo a fragilidade e o pecado, nos pode retirar a fonte da esperança: «Senhor, sois nosso Pai e nós o barro de que sois o Oleiro; somos todos obra das vossas mãos». A profecia chega à plenitude com a vinda do Salvador.
24 de novembro de 2020

Utopia ou compromisso?

Utopia? Para o cristão, mais do que uma utopia é uma tarefa, um compromisso. Não podemos renunciar aos grandes sonhos! Os cristãos temos a missão de contagiar a todos com este sonho e esperança. É a virtude que nos levanta e põe a caminho, mesmo quando os obstáculos nos parecem intransponíveis. Nós fomos criados para realizar os sonhos de Deus.
10 de novembro de 2020

A morte, sem ambiguidade

O mais grave, para o cristão, não é a morte física, mas a espiritual, esta sim é sempre consequência do pecado, porque se toma a decisão de ‘sair de casa’, longe da comunhão com Deus. Na medida em que nos aproximamos de Deus e nos tornamos semelhantes a Jesus Cristo, desvanecem-se o medo e a angústia, crescem a confiança e a esperança.
3 de novembro de 2020

Mais forte do que a morte

Uma esperança mais forte do que a morte, mais forte do que a tristeza provocada pela separação física em relação aos nossos entes falecidos e vivem em Deus para sempre. É uma esperança que aponta para o Pai. Ele quer unir no seu amor os vivos e os mortos... A morte também não destrói a solidariedade, a comunhão.
31 de outubro de 2020

Caminho para a vida

Pelo que sabemos, a vida plena em Deus implica ‘deixar’ este tempo e este mundo. A morte afigura-se como o (único) caminho possível para entrar nos céus, mergulhar no eterno de Deus. Unidos a Deus, sem fissuras no amor, a turbulência e a tristeza da morte dão lugar à esperança e à paz, até à alegria, no caminho para a vida.
24 de outubro de 2020

Fazer avançar o mundo

Alguns hão de dizer que os sonhos são belos, mas irrealizáveis, são utopia. Como uma grande esperança, a utopia pode ser uma realidade, quando se proporcionam as condições e, juntos, se ousa dar o primeiro passo nessa direção. O impossível rima com passividade e braços cruzados, indiferença e resignação. O sonho rima com ousadia e entusiasmo, compromisso e ação.
12 de setembro de 2020

Espiritualidade ecológica

Aos cristãos, o Papa lembra que «a espiritualidade não está desligada do próprio corpo nem da natureza ou das realidades deste mundo, mas vive com elas e nelas, em comunhão com tudo o que nos rodeia» (LS 216). É hora de implementar uma espiritualidade ecológica, de modo que possa emergir, no respeito e cuidado pela Casa Comum, «todas as consequências do encontro com Jesus».
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