ressurreição

13 de novembro de 2020

Trigésimo Terceiro Domingo, Ano A

O alerta deste domingo não é para nos meter medo ou afligir perante qualquer possível acontecimento inesperado e trágico. É para nos despertar à vigilância ativa e responsável dos ‘talentos’. Os que assim procedem não andam nas trevas e contam-se entre os ditosos «filhos da luz».
10 de novembro de 2020

A morte, sem ambiguidade

O mais grave, para o cristão, não é a morte física, mas a espiritual, esta sim é sempre consequência do pecado, porque se toma a decisão de ‘sair de casa’, longe da comunhão com Deus. Na medida em que nos aproximamos de Deus e nos tornamos semelhantes a Jesus Cristo, desvanecem-se o medo e a angústia, crescem a confiança e a esperança.
7 de novembro de 2020

Trigésimo Segundo Domingo, Ano A

Estes dias mais sombrios do outono e a proximidade do final do ano litúrgico unem a humana finitude ao desejo de infinito. Em sintonia, surge a procura do sentido da vida. É uma época propícia para aprofundar a esperança dos ressuscitados.
6 de novembro de 2020

Saciar a sede

O salmo deste domingo sugere uma metáfora espiritual muito forte para nos ajudar a refletir sobre o nosso encontro com o esposo. É a imagem dos noivos que se amam. É preciosa esta imagem da sede de estar juntos, o passar a noite a pensar no amado, o desejo de encontro, como a necessidade de azeite para alimentar o fogo do amor. É assim a minha relação com Deus?
5 de novembro de 2020

Sede de Vós, meu Deus

Estes dias mais sombrios do outono e a proximidade do final do ano litúrgico unem a humana finitude ao desejo de infinito. É uma época propícia para aprofundar a esperança dos ressuscitados. Crente é aquele que está sedento de Deus, por quem suspira «como terra árida, sequiosa, sem água». Tenho ‘sede’ de Deus?
3 de novembro de 2020

Mais forte do que a morte

Uma esperança mais forte do que a morte, mais forte do que a tristeza provocada pela separação física em relação aos nossos entes falecidos e vivem em Deus para sempre. É uma esperança que aponta para o Pai. Ele quer unir no seu amor os vivos e os mortos... A morte também não destrói a solidariedade, a comunhão.
15 de agosto de 2020

Um bom modo de habitar os céus

Maria, também na sua Assunção, pode ser apresentada como ícone e modelo da vida cristã. Ela precede-nos na humana peregrinação da vida e da fé: é a primeira discípula. De facto, neste mistério contemplamos a realização do que todo o cristão espera encontrar ao terminar a sua peregrinação neste mundo.
12 de agosto de 2020

Bem-aventurada

Ao celebrar a solenidade da Assunção da Virgem Santa Maria, a Liturgia da Palavra recorda-nos que Jesus Cristo é o ‘primeiro’: «ressuscitou dos mortos, como primícias dos que morreram». E tudo se esclarece a partir do seu mistério pascal.
23 de maio de 2020

Metáfora e realidade

Quando é que Jesus Cristo sobe aos Céus, quando é que entra na vida em Deus para sempre e nunca mais morrer? No dia da ressurreição. A partir de Deus (ou dos Céus, significa o mesmo) assegura a perene efusão do Espírito, que ele entregou na crucifixão: ao morrer, diz o evangelho segundo João, entregou o seu espírito. Ao morrer, o que é que aconteceu? Isso mesmo, Deus acolheu-o para sempre no seu seio.
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