Paróquia

19 de setembro de 2020

Aonde queremos chegar?

Os processos de renovação bem sucedidos foram capazes de desenvolver uma «imagem do futuro» apelativa e fácil de comunicar. Por isso, uma comunidade que se decide a implementar a transformação espiritual e pastoral (Renovação Inadiável) precisa de definir a ‘sua’ visão pastoral. Sem ela, o fracasso está assegurado!
11 de agosto de 2020

Avaliação sobre a missão

O reconhecimento humilde das fragilidades «ajuda a centrar no essencial» e a «desprender daquilo que não interessa». O método do exame de consciência aplicado à vida comunitária contribui para perceber que podemos estar dominados por uma força paralisadora que induz «a não mudar, a deixar as coisas como estão, a optar pelo imobilismo e a rigidez e, assim, impedimos que atue o sopro do Espírito Santo».
27 de junho de 2020

O ‘terceiro’ elemento

O matrimónio entre dois cristãos não exprime um amor diferente daquele que pode acontecer entre outros casais que se amam, ainda que sem qualquer vínculo civil ou eclesial. Trata-se de uma diferente orientação do amor. Um casal cristão celebra o seu amor como um dom transformador de Deus. Neste casal há uma novidade, um ‘terceiro’ elemento sempre atento e disposto a conduzi-los para o amor divino.
16 de junho de 2020

A força de pertencer

A mudança acontece menos pela pregação ou pelo ensino e muito mais pela construção de relações de confiança e de amizade, através da atenção pessoal e da pertença. Os pequenos grupos surgem como uma ferramenta para fomentar a pertença, de modo que a comunidade se converta numa comunidade de comunidades. São essenciais para uma comunidade expressiva e uma paróquia saudável.
9 de maio de 2020

A alegria partilhada

Na mesa, realiza-se a dupla união dos crentes com Jesus Cristo, pela Eucaristia, e dos irmãos entre si, pelo pão partido, repartido e partilhado. Numa mesa assim, antecipa-se a alegria do Reino dos Céus. Se não nos empenharmos, aqui e agora, a promover mesas assim, não teremos qualquer elemento para comparar o Reino e, portanto, não teremos modo de o fazer compreender, nem desejar.
8 de maio de 2020

Corações ao alto

De repente, tudo ficou ainda mais fugaz. Primeiro, obrigados a fugir, a ficar ‘escondidos’ e limitados ao espaço da nossa casa. Estamos perturbados. Queremos uma solução. A nível pessoal e comunitário, não sabemos o caminho. Ainda estamos como Filipe à espera de uma solução mágica ou que outros façam o que nos compete para mudar de rumo em direção a Deus?
25 de abril de 2020

Como vamos fazer?

A partir do que existe (não a partir do vazio ou do nada, mas a partir do pouco que há) Jesus Cristo toma uma decisão para agir. E ao repartir, o que existe multiplica-se. Até ao ponto de, no final, haver sobras. Que fazer? Deitar fora? Não. Recolhê-las. Podem servir para outros ou para outra ocasião.
3 de março de 2020

Sede de mais

A vida espiritual não se apresenta como um objetivo a alcançar, mas como uma viagem, um processo dinâmico ao longo da nossa existência. O critério não é medir, mas aprofundar. Não é uma tentativa de aferir onde cada um se encontra para classificar em bom ou mau, mas aceitar que é sempre possível abrir-se um pouco mais à presença divina.
22 de fevereiro de 2020

Coração aberto ao outro

Quando te empenhas em acolher os teus familiares e amigos, Jesus Cristo eleva a fasquia, diz que não é suficiente. O Mestre aponta outro horizonte: mostra que Deus não faz aceção de pessoas; e convida-te a fazer o mesmo. A arte de acolher é exigente, precisa de contínua revisão e renovação.
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