Jesus

26 de dezembro de 2019

Vivei em ação de graças

Neste domingo dentro da Oitava do Natal, a festa da Sagrada Família de Jesus, Maria e José permite-nos um olhar mais tranquilo ao mistério do Natal. Através de uma família humana, Deus fez-se um de nós, tomou a nossa carne. A lição do silêncio e da família, do amor e da gratidão.
26 de dezembro de 2019

Esperança agradecida

Contagiados pelo desejo e pela esperança, celebramos a humanidade de Deus num Menino recém-nascido no seio de uma família humana. A família de Nazaré nos inspire a pôr em prática, no seio das nossas famílias e comunidades (paroquiais), a mensagem paulina: «vivei em ação de graças».
25 de dezembro de 2019

A ditosa esperança

O Natal não é só o aniversário natalício de Jesus Cristo. É a celebração do nascimento de Deus em cada um de nós. É também o nosso nascimento que se torna possível. Jesus Cristo continua a ‘nascer’ no ‘presépio’ do nosso coração, esse lugar único em que se torna possível saborear a presença divina.
25 de dezembro de 2019

É Natal! Chegou o Natal!

É Natal! Chegou o Natal! A «ditosa esperança» entrou no mundo com a Incarnação do Filho de Deus, Jesus Cristo. Deus é fiel às suas promessas. A nossa esperança torna-se de facto ‘ditosa’ no pleno cumprimento daquilo que tinha sido anunciado: O Natal está a chegar! Eis-nos em dia de Natal.
24 de dezembro de 2019

Coração aberto ao mistério

O Natal convida a sentir no coração a ditosa esperança, a acolher a força dessa esperança inabalável que nos surpreende com o infinito, «porque está impregnada pelo milagre e é plena de mistério». Ainda que sejam breves os segundos de recolhimento, ao permanecer «de coração aberto ao mistério», seremos habitados pela magnitude da vida divina que de novo nos vem «oferecer a possibilidade de profundo rejuvenescimento».
21 de dezembro de 2019

Sol Invicto, Deus verdadeiro

Qual foi o dia do nascimento de Jesus Cristo? Uns defenderam o 25 de maio; outros o 17 de novembro; Clemente de Alexandria dizia que tinha sido a 20 de abril; Epifânio sugeriu o seis de janeiro; no ano 535, o imperador Justiniano decretou o dia 25 de dezembro. Mais do que evocar um facto histórico, transmitiu-se um conteúdo de fé: Jesus Cristo é o «Sol Invicto», «nascido do Pai antes de todos os séculos: [...] Deus verdadeiro de Deus verdadeiro».
17 de dezembro de 2019

Revolução do amor

As árvores e as luzes deixaram de ser símbolos cristãos. Tornaram-se meros adornos. Aos cristãos, compete-nos não deixar que se tornem as árvores e as luzes do novo palácio de Herodes, «fechado, surdo ao jubiloso anúncio». O Presépio há de continuar a ser sinal que, por um lado, nos convida à alegria e, por outro, a realizar a revolução do amor.
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