Silêncio

8 de agosto de 2020

Décimo Nono Domingo, Ano A

Como conciliar a confiança com as situações de provação próprias desta experiência terrena? O Décimo Nono Domingo (Ano A) indica-nos que é preciso estar atento para reconhecer que, no meio das tempestades, Jesus Cristo está presente e tem sempre a mão estendida.
18 de julho de 2020

Deixar-se inspirar pelo Amado

A oração é colóquio de amor. O primeiro passo é a boa intenção do orante. É lógico que, como em qualquer relação, haja altos e baixos, momentos mais vivos e outros menos intensos. O importante é outra coisa: nunca deixar de orar; às vezes, simplesmente estar. Em silêncio, sem nada dizer, estar na presença de Deus. Estar, e deixar-se inspirar pelo Amado.
31 de março de 2020

O maior abraço da (nossa) história

Sozinho, a coxear, um homem de 83 anos caminha banhado por uma ligeira chuva, que, naquele instante, se tornaram, homem e chuva, símbolos do episódio que estava para ser proclamado solenemente: ao entardecer daquele dia, os discípulos foram confrontados com uma ‘inesperada e furibunda’ tempestade.
7 de março de 2020

Escutar a voz que ressoa no silêncio

O plano de Renovação Inadiável, vinculado como está ao desejo de experienciar a presença de Deus, convida a implementar uma cultura paroquial de oração e adoração (eucarística). Não se trata apenas de promover alguns (novos) momentos, mas que a oração seja a atmosfera que envolve toda a dinâmica pessoal e comunitária.
28 de dezembro de 2019

Reencontrar o sentido da vida

O coração da vida não está no exterior, mesmo que se trate de silêncio. Este, o silêncio exterior, é apenas um meio. O que dá sentido à vida é o reencontro com o ‘nosso’ silêncio interior. É como «uma melodia, uma luz». Ele é o próprio Deus que «dá sentido à minha vida». É aí que «todos nos reencontramos»!
26 de dezembro de 2019

Vivei em ação de graças

Neste domingo dentro da Oitava do Natal, a festa da Sagrada Família de Jesus, Maria e José permite-nos um olhar mais tranquilo ao mistério do Natal. Através de uma família humana, Deus fez-se um de nós, tomou a nossa carne. A lição do silêncio e da família, do amor e da gratidão.
7 de setembro de 2019

Partir de dentro

O nosso tempo carece de silêncio, somos ‘analfabetos do silêncio’. Nós, todos somos agentes de ruído, precisamos de escutar «a palavra que leva ao silêncio», promover o silêncio exterior e educar para o interior. Um e outro colocam-nos na experiência do assombro, no espanto da vida, na beleza da criação, na descoberta do divino que habita o centro do ser. É a partir de dentro, a partir de ‘si’ que se inicia o ‘silêncio’.
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