REFLEXÕES BREVES

Aqui encontras uma nova reflexão todas as terças e sábados
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Sinceridade e eficácia

A sinceridade e a eficácia são dois tópicos a ter a conta na vida espiritual. O pedido de desculpa, pedir perdão, assim como é necessário nas relações humanas, também o é na relação pessoal com Deus (Pai, Filho e Espírito Santo). O perdão possui uma força regeneradora que perpassa todo o ser. E a vida torna-se mesmo ‘mais bonita’.

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Recomeçar a vida

Várias paróquias têm a promoção da leitura nos seus programas pastorais. Ocorra a outras repensar os espaços (os adros, por exemplo) a partir deste duplo objetivo: preservar a natureza e promover os hábitos de leitura. Surjam, junto das nossas igrejas e capelas, novas «Árvores da Leitura».

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Testemunho digital

Ser evangelizador não é apenas introduzir citações bíblicas, «não só inserir conteúdos declaradamente religiosos», afirmou o Papa Bento XVI. Importante é «testemunhar com coerência, no próprio perfil digital e no modo de comunicar, escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele».

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Pastoral transformadora

Não basta dizer que apoiamos as propostas pontifícias e manter a inércia da ‘programação’ e ‘doutrinação’. Há que implementar uma pastoral com os jovens que seja transformadora, de qualidade (apoiada nas duas grandes linhas de ação que são a busca e no crescimento), inclusiva (sinodal) e equitativa (popular).

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A importância da lentidão

Importa focar a atenção no ‘tu’ do turista, a pessoa concreta (e não o mero fenómeno turístico), dispostos a proporcionar uma profícua experiência espiritual. Agrada, por isso, a proposta de um «turismo lento» apoiada pelo Papa Francisco, dinâmica que também ajude «a viver de modo diverso e mais consciente cada momento da vida quotidiana, inclusive os de trabalho e de maior compromisso».

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Cultura do encontro

O ano pastoral começa nos finais de setembro (ou inícios de outubro) e tende a desenvolver-se de forma equilibrada até finais de junho. Os meses de julho e agosto ficam numa espécie de ‘limbo’ pastoral. Não estaremos a desperdiçar, nestes meses mais calmos, a oportunidade de experimentar outras variantes que complementem os habituais modelos?!

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A oração e o amor

O Papa Francisco, através da Rede Mundial de Oração, convida a rezar, em agosto, «para que as famílias, graças a uma vida de oração e de amor, se tornem cada vez mais ‘laboratórios de humanização’». Dois caminhos a explorar: a oração e o amor.

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Nova cultura paroquial

Em Ano Missionário, este é um ideal que nos compete promover no seio das comunidades cristãs: a fraternidade. A maioria (todas?) das referências sobre a transformação paroquial, no contexto da «renovação inadiável», destacam o primado da fraternidade.

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Espiritualidade da pessoa idosa

Um desafio da «renovação inadiável» prende-se com o aumento significativo das pessoas idosas. É preciso, também na Igreja, nas paróquias, promover o envelhecimento ativo. Veja-se o exemplo do Centro Cultural Sénior. Entre essas propostas de amadurecimento pessoal não podemos deixar de «delinear uma espiritualidade das pessoas idosas», alerta o Papa Francisco.

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Aprender a rezar

Entre nós, nas paróquias, talvez seja necessário criar um Ministério da Amizade, um workshop que ensine a estar diante de Deus, para aprender a substituir fórmulas (às vezes, mecanicamente repetidas) por uma conversa entre dois melhores amigos, os íntimos.

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Que procuramos?

Um dos principais desafios para o «Laboratório da fé»: oferecer percursos espirituais que correspondam às mais diversas formas de procura interior e contribuir para a redescoberta do caminho da fé como encontro pessoal com (o Deus de) Jesus Cristo.

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Bartolomeu dos Mártires

A Arquidiocese de Braga vai receber, a dez de novembro, a cerimónia que inscreve Dom Frei Bartolomeu dos Mártires na lista dos Santos. A notícia entra em sintonia com a «renovação inadiável», projeto que pretende alcançar a vida pessoal e comunitária, em contexto paroquial. Propomo-lo como santo patrono.