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Redescobrir o caminho da fé (para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo — A Porta da Fé, 2). A missão do Laboratório da fé é «ser o fermento de Deus no meio da humanidade, quer dizer anunciar e levar a salvação de Deus a este nosso mundo, que muitas vezes se sente perdido, necessitado de ter respostas que encorajem, dêem esperança e novo vigor para o caminho» (A Alegria do Evangelho, 114).

Laboratório da fé completou sete anos de vida: nasceu em outubro de dois mil e doze para concretizar os objetivos propostos naquele ano pastoral dedicado à ‘fé professada’, em sintonia com o Ano da Fé.

O lema é retirado da Carta Apostólica de Bento XVI com a qual proclamou o Ano da Fé: «redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo» (número 2).

O nome vem da mesma expressão usada seis vezes por João Paulo II, aquando do Jubileu dos Jovens, no ano dois mil, em Roma. 

Na Vigília dessas Jornadas da Juventude, referiu, em primeiro lugar, a possibilidade de maturação da fé, pela graça da revelação ao apelo a dar uma resposta, na sequência da afirmação de Pedro à pergunta de Jesus: «Vós, quem dizeis que Eu sou?».

Depois, visitou o Cenáculo de Jerusalém, para acrescentar um novo elemento, a partir da reação de Tomé ao encontro pessoal do discípulo com Cristo vivo, o Ressuscitado. Aí, disse, «constatamos uma dialética mais radical entre fé e incredulidade e, simultaneamente, uma confissão ainda mais profunda da verdade de Cristo».

No limiar do terceiro milénio, partilhou com os jovens a dinâmica de ‘laboratório’ para caracterizar a quotidiana experiência de encontro pessoal com Jesus Cristo: «cada um de vós pode encontrar dentro si mesmo a dialética feita de perguntas e respostas. Cada qual pode examinar as dificuldades que sente na fé e experimentar inclusive a tentação da incredulidade. Mas, ao mesmo tempo pode experimentar também uma gradual maturação na consciência e na convicção da sua própria adesão de fé. Com efeito, neste admirável laboratório do espírito humano, que é o laboratório da fé, sempre se encontram mutuamente Deus e o ser humano».

A missão do Laboratório da fé segue a proposta do Papa Francisco: «ser o fermento de Deus no meio da humanidade, quer dizer anunciar e levar a salvação de Deus a este nosso mundo, que muitas vezes se sente perdido, necessitado de ter respostas que encorajem, deem esperança e novo vigor para o caminho» (A Alegria do Evangelho, 114).

Os nossos valores são o diálogo (escuta), a criatividade, a clareza, o discernimento e a alegria.