Deus

12 de março de 2020

O dom de Deus

A Igreja oferece-nos o encontro de Jesus Cristo com a Samaritana, no qual o dom se revela como «nascente que jorra para a vida eterna». Aproximemo-nos desta nascente que Jesus Cristo faz jorrar, sempre viva, no nosso coração. Como está o teu coração: aberto ou fechado ao dom de Deus?
7 de março de 2020

Escutar a voz que ressoa no silêncio

O plano de Renovação Inadiável, vinculado como está ao desejo de experienciar a presença de Deus, convida a implementar uma cultura paroquial de oração e adoração (eucarística). Não se trata apenas de promover alguns (novos) momentos, mas que a oração seja a atmosfera que envolve toda a dinâmica pessoal e comunitária.
5 de março de 2020

Escutai-O

Ecoa em cada dia da nossa existência aquele apelo «escutai-O» pela voz que se ouve a partir da nuvem, segundo a passagem evangélica da Transfiguração. «Esta Transfiguração é semelhante à da Sagrada Escritura, que se transcende a si mesma, quando alimenta a vida dos crentes» (Papa Francisco).
28 de fevereiro de 2020

Ler a Bíblia, dia a dia

Neste Primeiro Domingo da Quaresma (Ano A) podemos já evocar esse Espírito do Pentecostes que se torna presente e ativo na vida de Jesus Cristo, tal como o faz hoje na nossa própria vida. Que belo testemunho nos dá Jesus Cristo tomando a palavra bíblica como alimento saboroso e saudável.
22 de fevereiro de 2020

Coração aberto ao outro

Quando te empenhas em acolher os teus familiares e amigos, Jesus Cristo eleva a fasquia, diz que não é suficiente. O Mestre aponta outro horizonte: mostra que Deus não faz aceção de pessoas; e convida-te a fazer o mesmo. A arte de acolher é exigente, precisa de contínua revisão e renovação.
21 de fevereiro de 2020

Perdoar e amar

O perdão e o amor estão em destaque neste Sétimo Domingo (Ano A), o último episódio desta série sobre ‘a arte de evitar pessoas’. Jesus Cristo vai mais longe do que as normas em vigor, ousa fazer uma proposta para sustentar a vida pessoal e comunitária.
21 de janeiro de 2020

Firmeza compreensiva

A fé refere-se ao não evidente e, portanto, não se pode impor, o que não significa que não seja segura. O cego que vai bem acompanhado não vê, mas caminha seguro; confia em não tropeçar pelo caminho e em alcançar a meta. Isso é o que acontece ao crente: muitas vezes, avança por caminhos pouco claros, mas reconhece-se guiado pela Palavra de Deus acolhida na fé e, assim, caminha com firmeza «como se visse o invisível».
14 de janeiro de 2020

A lâmpada não se tinha apagado

O Senhor continua a alimentar a luz da sua presença, junto de nós. Pode ser ténue, é verdade, mas nesses momentos em que parece não se fazer ouvir ou estar ausente, talvez seja preciso abrir os olhos para perceber a «lâmpada» de Deus. E se te colocasses do lado de Deus, a tentar perceber a sua maneira de agir, de chamar, de estar presente, de se aproximar, de te acompanhar?
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