Ano Santo de São José

13 de julho de 2021

Pai no acolhimento

Acolher as circunstâncias da vida com responsabilidade é, ao mesmo tempo, desenvolver a capacidade de «reconcilia-se com a própria história». Essa é uma das razões pelas quais Jesus Cristo veio «ao nosso meio»: «para que cada um se reconcilie com a carne da sua história, mesmo quando não a compreende totalmente».
8 de junho de 2021

Pai na ternura

A ternura, na perspetiva do Papa Francisco, é a companhia adequada para a nossa fragilidade. Precisamos de «aprender a aceitar, com profunda ternura, a nossa fraqueza [...] A ternura é a melhor forma para tocar o que há de frágil em nós» e na nossa relação com os outros.
1 de maio de 2021

Pai trabalhador

Inserido nos desígnios divinos sobre a criação e salvação do mundo, o trabalho torna-se oportunidade de realização pessoal e familiar, permite ao ser humano «desenvolver as próprias potencialidades e qualidades, colocando-as ao serviço da sociedade e da comunhão».
27 de fevereiro de 2021

Pai na obediência

Em quatro sonhos, considerados, na Bíblia, um dos meios usados por Deus para dar a conhecer os seus planos e a sua vontade, ficamos a conhecer essa ‘puríssima’ obediência de José. «Em todas as circunstâncias da sua vida, José soube pronunciar o seu ‘fiat’, como Maria na Anunciação e Jesus no Getsémani». Assim nos inspire também a nós a seguir o mesmo caminho!
30 de janeiro de 2021

Pai amado

José, pelo seu papel decisivo na História da Salvação, é um pai amado pelo povo cristão. A paternidade de José exprime-se, parafraseando Paulo VI, no serviço à missão salvífica, no dom total da sua vida e do seu trabalho, na oblação de si mesmo e de todas as suas capacidades, na conversão da sua vocação ao amor doméstico em favor do Menino nascido de Maria, sua esposa.
19 de dezembro de 2020

Custodiar o mistério da vida

A cada um de nós compete ir além da simples representação. O essencial é ser capaz de acolher o Menino Jesus em cada ser humano, sobretudo nos pobres e marginalizados da sociedade. A Escritura, logo no início, evoca a criação do ser humano à imagem e semelhança de Deus. Trazemos em nós um mistério maior que faz possível que o próprio Deus se torne um de nós!
12 de dezembro de 2020

José, com coração de pai

Francisco quis, na Carta Apostólica Com coração de pai, partilhar connosco algumas reflexões pessoais sobre «esta figura extraordinária, tão próxima da condição humana de cada um de nós». É, portanto, um magnífico testemunho íntimo da sua devoção a São José, por ocasião dos 150 anos da proclamação como Padroeiro da Igreja Católica.