Reflexões litúrgicas

21 de agosto de 2020

Confiar em Deus

«Vós, quem dizeis que Eu sou?». Não interessam as respostas dos livros. O que está em causa é uma resposta experiencial e vivencial, pela qual cada um expressa aquilo que provoca em si a maneira de pensar e de viver daquele Jesus de Nazaré, este nosso presente e vivo Jesus Cristo.
14 de agosto de 2020

A cura (espiritual)

A mulher grita sem parar. É a força da sua angústia. O grito, porém, dá lugar à súplica humilde e confiante: «Socorre-me, Senhor». Quando o clamor dá lugar à confiança, a cura pode acontecer, Deus começa a agir no teu coração e na tua vida.
7 de agosto de 2020

Atravessar o sofrimento

Fugir do sofrimento não resolve a vida. Quando nos decidimos atravessá-lo com confiança, conseguimos mergulhar cada vez mais profundamente no oceano da nossa existência e perceber a mão estendida do Senhor. Precisamos de atravessar as dores com a nossa mão bem presa à mão do Senhor. Sairemos da tempestade ainda mais fortes.
31 de julho de 2020

Contemplar

O relato do evangelho é mais do que um gesto maravilhoso. É a prova de que nada nem ninguém nos pode separar do amor de Deus (como lembra a Carta aos Romanos). Os cinco pães e os dois peixes são a matéria visível desse maior alimento (invisível): o amor.
24 de julho de 2020

Perseverança

A oração é uma questão de amor e adoração. Por isso, provoca em nós uma experiência de despojamento. A perseverança faz surgir o dia em que o nosso coração se torna sábio e esclarecido pela presença de Deus que purifica e renova toda a nossa vida.
17 de julho de 2020

Invocar o Espírito Santo

O ‘episódio’ deste Décimo Sexto Domingo (Ano A) mostra-nos o perigo do discernimento errado ou precipitado: a determinação inicial em arrancar o joio pode levar à destruição do trigo. Uma boa maneira de vencer essa impaciência é invocar o auxílio do Espírito Santo.
10 de julho de 2020

O primado de Deus

O Décimo Quinto Domingo (Ano A) inaugura a primeira das sete parábolas recolhidas no capítulo treze do evangelho segundo Mateus: nos próximos dois domingos são propostas três de cada vez. Nelas, Jesus Cristo dá a conhecer as características do reino dos Céus, o projeto divino para nós e para o mundo.
3 de julho de 2020

Saborear a quietude

O ritmo impôs-se tão frenético que o cansaço está entranhado na nossa vida. Até quando nos foi imposto um período mais calmo, ficamos cansados da quietude. Estamos tão habituados a pensar no que está para vir, no que temos de fazer a seguir, que já não sabemos saborear o instante de cada momento.
26 de junho de 2020

Acolhimento

O evangelho, quando fala de amar a Jesus Cristo mais do que ao pai ou à mãe ou aos filhos, não está a contrapor diferentes contextos de amor, no sentido de que seja necessário eleger um e recusar os outros. O que nos indica, por exemplo, é que ser cristão não baseia numa segurança familiar, numa tradição que recebida de forma passiva, que pouco ou nada impacta a nossa vida.
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