Não podemos desperdiçar a oportunidade! Há renúncias que precisam de ser feitas, para sermos felizes. Abramos o nosso coração ao amor de Deus, o único amor capaz de saciar os desejos mais profundos que habitam em cada um de nós.
Nós somos assim: uma parcela de terra semeada de bem e infestada de ervas daninhas. O trigo e o joio crescem juntos no nosso coração. Deus é paciente e compassivo, espera o momento certo para a nossa conversão. Pode ser hoje!
Jesus Cristo é o semeador dos sonhos de Deus, é como a chuva que irriga a terra, o amor que fecunda a vida, a semente que germina no coração, a colheita que a todos surpreende com os seus frutos.
Um dos textos mais belos! Somos surpreendidos com uma profunda oração de louvor, na qual Jesus Cristo nos garante que os «pequeninos» são os destinatários da revelação divina. O segredo está na mansidão e na humildade.
O discípulo é alguém que se deixa configurar pelo Mestre. A vida de Jesus Cristo torna-se, pouco a pouco, o seu modo de ser, num crescendo que chega até à cruz. Não há alternativa: a vida é dada ou guardada para si.
Ao enviar os discípulos em missão, Jesus Cristo reflete sobre as vicissitudes com as quais se vão deparar e a melhor atitude a adotar diante delas. Imersos na vida de Deus, somos estimulados a ativar a confiança.
Jesus Cristo vê as multidões e não fica indiferente ao rosto das pessoas. Ele sabe ler o coração de cada um, apercebe-se dos nossos cansaços. Ele faz-se próximo, para consolar e até curar. Esta é a missão que confia aos discípulos.
Abramos bem os ouvidos à Boa Nova deste domingo: Jesus Cristo apresenta-se como médico que vem curar os doentes, não vem para os justos, mas para chamar os pecadores. Disponhamos o coração a tão magnífica misericórdia!
A solenidade da Santíssima Trindade aviva em nós a essência do nosso Deus. Algo tão profundo, ao mesmo tempo, tão singelo, que podemos resumir com a palavra Amor: Pai, Filho e Espírito Santo igual a Amor.