Reflexões dominicais

5 de novembro de 2020

Sede de Vós, meu Deus

Estes dias mais sombrios do outono e a proximidade do final do ano litúrgico unem a humana finitude ao desejo de infinito. É uma época propícia para aprofundar a esperança dos ressuscitados. Crente é aquele que está sedento de Deus, por quem suspira «como terra árida, sequiosa, sem água». Tenho ‘sede’ de Deus?
29 de outubro de 2020

Bem-aventurados

A solenidade de Todos os Santos, ano após ano, celebra a felicidade. É a meta de todos os que se deixaram amar por Deus e escolheram o caminho proposto pelo Mestre: «Bem-aventurados». É a nossa meta, «a geração dos que procuram o Senhor», criados para sermos felizes em íntima relação filial com Deus.
22 de outubro de 2020

Amarás

A palavra de Deus deste Trigésimo Domingo (Ano A) coloca-nos diante do essencial: o imperativo do amor. Assim se expressa o maior mandamento da Lei: «Amarás». Primeiro, em grau e não em ordem, o amor a Deus. Depois, ser «exemplo para todos os crentes» supõe o amor aos irmãos.
15 de outubro de 2020

O esforço da vossa caridade

A história está nas mãos de Deus. Interpretada à luz da fé, a nossa história pessoal e coletiva recebe o seu verdadeiro significado. Guiados pelo Espírito Santo, tendes a missão de realizar «obras poderosas» que manifestem «a atividade da vossa fé, o esforço da vossa caridade e a firmeza da vossa esperança».
8 de outubro de 2020

Um banquete

A mesa da bondade está preparada para todos os que queiram participar na boda e partilhar a alegria: «a sala do banquete encheu-se de convidados». Esta imagem do reino de Deus como saborosa degustação é muito sugestiva: «um banquete de manjares suculentos, um banquete de vinhos deliciosos».
1 de outubro de 2020

Um cântico de amor

A vinha continua a ilustrar a maravilhosa história testemunhada em toda a Escritura. «Um cântico de amor» descreve a relação de Deus com o seu povo, como a de um dedicado vinhateiro com a sua vinha. O desejo divino de a todos salvar une-se à conversão do nosso coração.
24 de setembro de 2020

Os mesmos sentimentos que havia em Cristo

A coerência é tópico em destaque neste Vigésimo Sexto Domingo (Ano A). Há momentos em que dizemos ‘sim’ com os lábios, mas o coração fica preso ao ‘não’. Em qualquer caso, para Deus, a sinceridade do coração é mais decisiva do que as discordâncias, quando existe disponibilidade para seguir os seus caminhos. Com humildade e alegria, assumindo «os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus», entremos nesta lógica do amor divino.
17 de setembro de 2020

Viver de maneira digna do Evangelho

Deus toma a iniciativa de vir ao nosso encontro e a todos oferecer o seu amor. Ele quer-nos assim, à sua imagem e semelhança, sempre disponíveis para amar e perdoar. Precisamos de converter os olhares e os corações para acolher os pensamentos e os caminhos de Deus: «Procurai somente viver de maneira digna do Evangelho de Cristo».
10 de setembro de 2020

Pertencemos ao Senhor

Não há limite para o perdão?! Jesus Cristo diz-nos que não faz sentido fazer contas. A comunidade cristã caracteriza-se pelo perdão mútuo e incondicional. Perdoar sempre sem se cansar. Perdoar sempre a todas as pessoas e em todas as circunstâncias. Perdoar é uma alternativa saudável, é um salto de qualidade na vida pessoal e comunitária.