Reflexões breves

8 de fevereiro de 2020

Cheio de fraqueza

O que é que nos vem à mente quando somos estimulados a pensar em ‘vulnerabilidade’? A aceitação da vulnerabilidade é sustentada pela saudável autoestima, que permite assumir todas as fragilidades como constitutivas da beleza pessoal. Certo é que a vulnerabilidade não é atitude confortável, mas também não precisa de ser dolorosa.
4 de fevereiro de 2020

Protagonistas do futuro

O primeiro domingo de fevereiro é Dia da Universidade Católica. O caminho do futuro passa pelo assumir de «uma espécie de providencial laboratório cultural onde a Igreja se exercita na interpretação performativa da realidade que brota do evento de Jesus Cristo e se nutre dos dons da Sabedoria e da Ciência, com que o Espírito Santo enriquece de várias formas o Povo de Deus».
1 de fevereiro de 2020

Barómetro de vitalidade

A dois de fevereiro, festa da Apresentação do Senhor, celebra-se, este ano pela vigésima quarta vez, o Dia Mundial da Vida Consagrada. Os consagrados hão de ser homens e mulheres que iluminam o futuro da Igreja e do mundo. Enquanto houver Igreja, haverá vida consagrada. O dinamismo da vida consagrada é um bom barómetro da vitalidade da Igreja.
28 de janeiro de 2020

Viver é mudar

Apraz recordar o discurso do Papa Francisco à Cúria Romana, na apresentação de votos natalícios. Da amplitude do discurso, tomamos para reflexão a pertinência da conversão, o dinamismo da memória e a preferência pelos processos. A renovação convida a «deixar-se questionar pelos desafios do tempo presente» e a «ler os sinais dos tempos com os olhos da fé».
25 de janeiro de 2020

Uma vez por todo o ano

Por iniciativa do Papa Francisco, no Terceiro Domingo do Tempo Comum, toda a Igreja é convidada a celebrar o «Domingo da Palavra de Deus», o dia da Bíblia. Um dia dedicado à Bíblia, esclarece o Papa, pretende ser «uma vez por todo o ano» e não «uma vez no ano». Todos hão de ser dias de encontro com a palavra divina presente nos textos bíblicos.
21 de janeiro de 2020

Firmeza compreensiva

A fé refere-se ao não evidente e, portanto, não se pode impor, o que não significa que não seja segura. O cego que vai bem acompanhado não vê, mas caminha seguro; confia em não tropeçar pelo caminho e em alcançar a meta. Isso é o que acontece ao crente: muitas vezes, avança por caminhos pouco claros, mas reconhece-se guiado pela Palavra de Deus acolhida na fé e, assim, caminha com firmeza «como se visse o invisível».
18 de janeiro de 2020

Benevolência fora do comum

O acolhimento é uma virtude essencial no caminho da unidade. É outrossim um passo específico da renovação pastoral e paroquial. Começa dentro da comunidade cristã. Alarga-se a todas as pessoas. É a oração em ação, no servir e acolher a todos, sem fazer aceção de pessoas.
14 de janeiro de 2020

A lâmpada não se tinha apagado

O Senhor continua a alimentar a luz da sua presença, junto de nós. Pode ser ténue, é verdade, mas nesses momentos em que parece não se fazer ouvir ou estar ausente, talvez seja preciso abrir os olhos para perceber a «lâmpada» de Deus. E se te colocasses do lado de Deus, a tentar perceber a sua maneira de agir, de chamar, de estar presente, de se aproximar, de te acompanhar?
11 de janeiro de 2020

Tirar o pecado do mundo

O batismo no rio Jordão é uma epifania, uma manifestação do ser divino que se faz solidário com o ser humano. Uma solidariedade profunda com a carne humana, não uma carne ideal, mas a carne humana real, que tem em si a marca do pecado. O episódio assinala que Jesus Cristo assume o batismo de penitência para o perdão dos pecados.
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