Reflexões breves

13 de junho de 2020

Amar com todo o coração

A vida espiritual apoia-se na força que brota da eucaristia. Somos convidados a reconhecer, diante do pão consagrado, uma «nudez desarmante». É tal ‘desproporção’ que faz despontar uma atração, uma forma de adoração silenciosa que «gera o espaço propício e o ritmo necessário para a palavra criadora, para o gesto fecundo».
9 de junho de 2020

Plano diário de leitura

Um plano quotidiano de leitura da Bíblia, da parte do crente, permite sustentar a conexão, tecer uma história de amizade com Deus. A leitura bíblica quotidiana alarga o horizonte do crente para os outros ‘livros’ que sustentam qualquer relação de amizade com Deus: a natureza, a vida, a história, os acontecimentos, tudo o que diz respeito ao ser humano.
6 de junho de 2020

Um novo (a)normal

Queremos um novo ‘anormal’, acolher este recomeço das celebrações e encontros comunitários como oportunidade para iniciar a renovação. Também no que diz respeito à relação com Deus. Vamos (re)começar! Propomos fazê-lo sob o signo do amor e da amizade. O ponto de partida consiste em iniciar ou aprofundar a experiência pessoal de amizade com Deus.
2 de junho de 2020

Renovar a devoção

A imagética que acompanha uma grande maioria das imagens e devoções ao Coração de Jesus precisa de ser renovada, tendo em conta este compromisso em estar próximo de tudo o que habita o coração humano. Em especial, os sofrimentos de tantas pessoas, desempregados, doentes, idosos, abandonados, maltratados, emigrantes, e tantos outros com os quais se mostra solidário o Coração de Jesus e dos seus discípulos.
30 de maio de 2020

Presença (in)visível do Espírito

O Pentecostes celebra o nascimento da Igreja, mas também evoca a origem da vida. A ação criadora do Espírito Santo está sempre presente em toda a História da Salvação. O Espírito Santo dá novo sentido a todas as coisas. A presença invisível do Espírito pode ser percebida na visível presença da vida. Esta pode ser uma chave para reconhecer a presença (ausência) do Espírito Santo: onde há vida, aí habita Deus.
26 de maio de 2020

Ficamos a ganhar

O evangelista João usa o termo ‘Paráclito’: consola e conforta, encoraja e reanima, advoga e intercede em nosso favor como defensor. O Espírito Santo torna Jesus Cristo presente. Uma presença diferente, mais discreta, mas não menos real. É graças ao Paráclito que o Ressuscitado continua connosco todos os dias até ao fim dos tempos. Com o envio e a presença do Espírito Santo, todos ficamos a ganhar!
23 de maio de 2020

Metáfora e realidade

Quando é que Jesus Cristo sobe aos Céus, quando é que entra na vida em Deus para sempre e nunca mais morrer? No dia da ressurreição. A partir de Deus (ou dos Céus, significa o mesmo) assegura a perene efusão do Espírito, que ele entregou na crucifixão: ao morrer, diz o evangelho segundo João, entregou o seu espírito. Ao morrer, o que é que aconteceu? Isso mesmo, Deus acolheu-o para sempre no seu seio.
19 de maio de 2020

Escancarar o coração

A experiência do encontro pessoal com Jesus Cristo foi o primeiro grande desafio a todos os cristãos católicos, na homilia de início do pontificado (22 de outubro de 1978): «Não tenhais medo de acolher Cristo [...]. Não, não tenhais medo! Antes, procurai abrir, melhor, escancarar as portas a Cristo! [...] Não tenhais medo!».
16 de maio de 2020

Confiar na sorte

O Espírito Santo não atua de forma automática ou mágica. Atua sempre connosco e nunca sem nós. Não se pode confundir a ação do Espírito Santo com a espontaneidade e a improvisação. A sua ação está ligada ao nosso esforço e dedicação. Atua, mas através da procura, do empenho, da sensibilidade e da inteligência humana.
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