A peregrinação é essa oportunidade para, através da viagem física, promover uma caminhada interior, ‘dentro de si’, para chegar mais longe.
João Paulo II apresentou a vida cristã «como uma grande peregrinação» para Deus.
Sorrir é um ato saudável e contagioso. Diz-se que faz diminuir a ansiedade, reduz a pressão arterial, reforça o sistema imunológico, aumenta a concentração, tonifica os músculos do rosto, ajuda a relaxar, alivia as dores. Não só produz um efeito positivo naquele que o pratica, como também contagia quem se cruza com um rosto sorridente.
O Laboratório da fé nasceu em outubro de dois mil e doze para concretizar os objetivos propostos naquele ano pastoral dedicado à ‘fé professada’, em sintonia com o Ano da Fé. O lema é retirado da Carta Apostólica de Bento XVI com a qual proclamou o Ano da Fé: «redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo».
‘Levantar-se’ e ‘multiplicar’ são duas ações que acompanham o «sair em missão com alegria» para «semear esperança». A primeira liga com o «sair em missão com alegria» a caminho das próximas Jornadas Mundiais da Juventude (Lisboa, 2022). A segunda aponta para os frutos da vida e da missão das comunidades (paroquiais) que aceitam a proposta de «semear esperança».
Ser ‘cristão com Cristo’ implica um sério e corajoso exame de consciência sobre o que está no centro da vida. Ao fazê-lo, talvez seja o «momento para dizer a Jesus Cristo: ‘Senhor, deixei-me enganar, de mil maneiras fugi do vosso amor, mas aqui estou novamente para renovar a minha aliança convosco’».
Para os crentes, há uma terceira história, que também é constitutiva do humano: a história que Deus quer fazer com o ser humano. Esta história não se sobrepõe às outras histórias, já que o natural e o pessoal são a condição de possibilidade da história divina. E, ao mesmo tempo, a história divina é aquela para a qual tendem a natural e a pessoal.
Exortar a pôr-se na presença de Deus equivale a tomar consciência de uma presença que já acontece nesse momento. Contudo, trata-se de uma presença ‘estranha’. Porque não é uma presença igual à que acontece quando estamos perante outra pessoa. Nem sequer é uma presença como a que se dá diante de alguém distante ou invisível.
E se a experiência da escuta não consistir numa mudança dos acontecimentos, mas numa mudança no orante? O simples facto de colocar as nossas necessidade nas mãos de Deus, o simples facto de dizer a Deus o quanto precisamos dele, é já um modo de nos situarmos de outra maneira perante a vida e as circunstâncias.
«Se nos próximos anos não se promover nas nossas paróquias e comunidades um clima de conversão humilde e alegre a Jesus Cristo, facilmente veremos como a fé se extinguirá aos poucos entre nós e como o nosso cristianismo multissecular se diluirá em formas religiosas cada vez mais decadentes e sectárias, e cada vez mais afastadas do movimento de seguidores inspirado e desejado por Jesus».