A Renovação Inadiável quer instalar, no ambiente paroquial, o entusiasmo e a ousadia que permitam «respirar um ar renovado, imaginar um futuro melhor e fazer coisas concretas que desencadeiem uma mudança positiva».
Seria oportuno um ‘observatório’ com a missão de dar visibilidade e potenciar as boas práticas ‘amigas’ das famílias concretizadas nas paróquias e dioceses, por exemplo, no acompanhamento dos primeiros anos de vida matrimonial e das diversas situações de fragilidade.
O Laboratório da fé propõe que o plano de Renovação Inadiável se inicie com a ferramenta ‘Ter uma só mensagem’. O nosso propósito é contribuir para a ‘renovação’ da comunidade (paroquial) a partir de uma única mensagem para todos.
A esperança, nas categorias de risco e de espanto, sustenta o ‘novo começo’ que queremos implementar com o plano de Renovação Inadiável. Ousamos uma ‘primavera’ capaz de «gerar discípulos missionários e comunidades semeadoras de esperança»
O plano proposto pelo Laboratório da fé está dividido em seis passos, o ‘Caminho de Páscoa’: Participação ativa e criativa; Avaliação sobre a missão; Servir e acolher a todos; Conversão ao Evangelho; Oração e vida espiritual; Alargar os horizontes da missão. Esta formulação tem a particularidade de se iniciar com uma letra da palavra ‘PÁSCOA’.
O Laboratório da fé apresenta um plano para fazer da paróquia uma comunidade viva, ativa e alegre, cheia de entusiasmo por Jesus Cristo. Chamamos-lhe Renovação Inadiável.
Aprender a morrer é um exercício quotidiano que, paradoxalmente, traz melhor qualidade à existência, desperta um novo e verdadeiro olhar sobre a vida. Quem tem medo da morte, é porque tem medo da vida.
Uma dádiva em qualquer fase da vida, a serenidade é uma arte que sabe incorporar a criatividade dos mais jovens com a ponderação dos mais velhos. Aplicada nas nossas paróquias, esta salutar convivência pode tornar-se um contributo eficaz para a Renovação Inadiável.
A criatividade ‘pastoral’ e ‘missionária’, que queremos implementar na vida pessoal e comunitária, inspira-se na ‘constante’ e ‘infinita’ criatividade divina: a que nos permite ver além dos nossos limites; a que nos dá a capacidade profética de rasgar novos horizontes; a que nos ensina a mostrar atual a Boa Nova de Jesus Cristo; a que nos desafia a reconfigurar os planos e as estruturas, as linguagens e os modelos de estar na Igreja e no mundo.