Reflexões breves

7 de janeiro de 2020

Apontar a eternidade

A experiência do amor pode ser tão profunda até amar a existência do outro para além da morte. Isto leva-nos à essência verdadeira do amor humano, feito à imagem do Amor que é Deus: amo-te, amo-te a ti, porque eu sou assim. E por isso ser-te-ei fiel para além da morte. Só assim é que o amor aponta para a eternidade.
4 de janeiro de 2020

Por outro caminho

O Natal completa-se com a chegada a Belém de uns personagens misteriosos que trazem ouro, incenso e mirra: são os ‘Reis’ Magos. Um rei há que ser procurado no palácio da capital, ou seja, a casa de Herodes, em Jerusalém. Enganaram-se. Este Rei dos reis só será encontrado entre os pobres, na ‘menor’ cidade judaica.
31 de dezembro de 2019

A novidade está na bondade

‘Próspero Ano Novo’ chega quando acreditamos na potência da bondade. Quem crê no novo que brota da bondade, sabe que é possível avivar a esperança de uma vida feliz, de uma comunidade ativa e cheia de entusiasmo, de um mundo melhor. A bondade nunca é repetida, é sempre nova, sempre portadora de renovação.
28 de dezembro de 2019

Reencontrar o sentido da vida

O coração da vida não está no exterior, mesmo que se trate de silêncio. Este, o silêncio exterior, é apenas um meio. O que dá sentido à vida é o reencontro com o ‘nosso’ silêncio interior. É como «uma melodia, uma luz». Ele é o próprio Deus que «dá sentido à minha vida». É aí que «todos nos reencontramos»!
24 de dezembro de 2019

Coração aberto ao mistério

O Natal convida a sentir no coração a ditosa esperança, a acolher a força dessa esperança inabalável que nos surpreende com o infinito, «porque está impregnada pelo milagre e é plena de mistério». Ainda que sejam breves os segundos de recolhimento, ao permanecer «de coração aberto ao mistério», seremos habitados pela magnitude da vida divina que de novo nos vem «oferecer a possibilidade de profundo rejuvenescimento».
21 de dezembro de 2019

Sol Invicto, Deus verdadeiro

Qual foi o dia do nascimento de Jesus Cristo? Uns defenderam o 25 de maio; outros o 17 de novembro; Clemente de Alexandria dizia que tinha sido a 20 de abril; Epifânio sugeriu o seis de janeiro; no ano 535, o imperador Justiniano decretou o dia 25 de dezembro. Mais do que evocar um facto histórico, transmitiu-se um conteúdo de fé: Jesus Cristo é o «Sol Invicto», «nascido do Pai antes de todos os séculos: [...] Deus verdadeiro de Deus verdadeiro».
17 de dezembro de 2019

Revolução do amor

As árvores e as luzes deixaram de ser símbolos cristãos. Tornaram-se meros adornos. Aos cristãos, compete-nos não deixar que se tornem as árvores e as luzes do novo palácio de Herodes, «fechado, surdo ao jubiloso anúncio». O Presépio há de continuar a ser sinal que, por um lado, nos convida à alegria e, por outro, a realizar a revolução do amor.
14 de dezembro de 2019

As riquezas do caminho

A Renovação Inadiável não pode ser tida como um acontecimento instantâneo ou uma revolução, mas como ‘Caminho de Páscoa’, viagem a percorrer em seis passos (sustentados por doze ferramentas) que jamais podem ser descurados, sob pena de perder as riquezas do caminho, pois são essas as forças aceleradoras da mudança.
10 de dezembro de 2019

Qual é o melhor caminho?

O que está em causa é buscar o melhor para a comunidade (paroquial), vencer a resignação própria daqueles que não têm esperança. Implica considerar todas as vantagens e todos os inconvenientes, sem estar apegado a uma única possibilidade.
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