Laboratório da fé

10 de julho de 2021

Décimo Quinto Domingo, Ano B

Abraçar a fé é também abraçar o irmão! Esta semana, vamos praticar a hospitalidade com aqueles que não pensam como nós, com aqueles que perderam a esperança e o gosto pela vida.
10 de julho de 2021

Impregnados do Espírito Santo

Espiritual vem de Espírito (Santo). A espiritualidade é a sintonia do espírito humano com o Espírito Divino. Assim sendo, envolve todas as dimensões do ser humano, pois nele tudo pode e deve estar impregnado do Espírito Santo.
9 de julho de 2021

Sedução

A sedução pode ser um dos tópicos para configurar a experiência crente. Na verdade, as imagens afetivas podem ter um poder impactante. Têm-no em qualquer relação interpessoal, de modo que o mesmo há de acontecer na nossa relação com Deus.
8 de julho de 2021

Abraçastes a fé

Aos que «abraçastes a fé», nada vos pode deter: sois aqueles que Deus «abençoou… escolheu… predestinou... deu-nos a conhecer o mistério da sua vontade». Alertados para possíveis contrariedades, o mesmo acontece com os Apóstolos: «Jesus chamou os doze Apóstolos e começou a enviá-los dois a dois».
6 de julho de 2021

O que significa acreditar?

Acreditar é entrar no coração das questões existenciais; dá-nos a possibilidade de plantar e fazer crescer, em nós e com os outros, a ética da proximidade, da compaixão e do bem comum.
3 de julho de 2021

Décimo Quarto Domingo, Ano B

Quem é Jesus Cristo, para mim? Alguns pouco mais conhecem de Jesus do que a terra onde nasceu, o nome da mãe e do pai... mas não o reconhecem como Filho de Deus!
2 de julho de 2021

Paradoxo

Este ‘episódio’ serve de alerta, a nós que até sabemos algumas ou muitas coisas sobre Jesus Cristo. Somos hoje os seus ‘conterrâneos’, a sua família. Não pensemos que o facto de conhecermos Jesus Cristo é suficiente para vivermos como cristãos!
1 de julho de 2021

A falta de fé daquela gente

A dificuldade em ser profeta ou, noutros termos, os contratempos no testemunho quotidiano da fé constitui a unidade temática deste domingo. O próprio Jesus Cristo, rejeitado pelos seus conterrâneos, «estava admirado com a falta de fé daquela gente».