Laboratório da fé

30 de junho de 2020

O cheiro das ovelhas

A evangelização, em qualquer circunstância, permanece a mesma: anunciar a boa notícia de Jesus Cristo. A pastoral não só pode mudar, como precisa de constante renovação. A evangelização contém sempre o mesmo bom odor de Jesus Cristo. A pastoral, porém, assume o cheiro próprio de cada uma das ovelhas.
27 de junho de 2020

Décimo Terceiro Domingo, Ano A

Nesta ‘série’, propusemos (re)começar a relação de amizade com Deus. O ponto de referência não está do nosso lado, mas do lado do próprio Deus, que nos mostra, em si mesmo, a dinâmica do amor como doação gratuita e incondicional.
27 de junho de 2020

O ‘terceiro’ elemento

O matrimónio entre dois cristãos não exprime um amor diferente daquele que pode acontecer entre outros casais que se amam, ainda que sem qualquer vínculo civil ou eclesial. Trata-se de uma diferente orientação do amor. Um casal cristão celebra o seu amor como um dom transformador de Deus. Neste casal há uma novidade, um ‘terceiro’ elemento sempre atento e disposto a conduzi-los para o amor divino.
26 de junho de 2020

Acolhimento

O evangelho, quando fala de amar a Jesus Cristo mais do que ao pai ou à mãe ou aos filhos, não está a contrapor diferentes contextos de amor, no sentido de que seja necessário eleger um e recusar os outros. O que nos indica, por exemplo, é que ser cristão não baseia numa segurança familiar, numa tradição que recebida de forma passiva, que pouco ou nada impacta a nossa vida.
25 de junho de 2020

Perder a sua vida

Jesus Cristo apresenta-nos alguns tópicos para avaliar a nossa fé, a nossa amizade com ele: amá-lo mais do que tudo e todos; tomar a cruz para o seguir; praticar o acolhimento. A dinâmica da amizade com o Mestre orienta-se pelo critério do perder para ganhar: «Quem perder a sua vida por minha causa, há de encontrá-la». Ele é o modelo: deu a vida, por amor, para a nossa salvação.
23 de junho de 2020

Traição ou desespero?

A traição é sempre «um rasgão que, de alto a baixo, nos descose [...], estilhaça o nosso quadro interno, precipita-nos na deceção, amarra-nos a um extensa e desconhecida dor». O amor, porém, tem potencial ainda mais forte, a ponto de ser capaz de recoser a amizade. Quando abraço a convicção de que «só quem me ama me pode trair», fico preparado para voltar a unir o frágil tecido da amizade.
20 de junho de 2020

Décimo Segundo Domingo, Ano A

O Décimo Segundo Domingo (Ano A) mostra que a missão confiada aos discípulos (já recordada no domingo passado) não está isenta de riscos e perigos. Perante as adversidades, o Mestre insiste na confiança: «Não tenhais medo... Não temais: valeis muito mais».
19 de junho de 2020

Traição

Há quem não arrisque a amizade com medo da traição. Por isso, em primeiro lugar, é necessário ter confiança em si mesmo. Quem confia em si torna-se capaz de confiar nos outros. Quando surgem traições, sente que tem raízes mais profundas, é capaz de viver todas as situações com serenidade.
18 de junho de 2020

Valeis muito mais

A missão confiada aos discípulos (já recordada no domingo passado) não está isenta de riscos e perigos. Perante as adversidades, o Mestre insiste na confiança: «Não tenhais medo... Não temais: valeis muito mais».